Milho abre a quinta-feira levemente mais alto e buscando os R$ 100 novamente na B3

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Chicago se mexe pouco no aguardo do USDA

A quinta-feira (27) começa com os preços futuros do milho próximos da estabilidade na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam em campo levemente positivo por volta das 09h14 (horário de Brasília).

O vencimento março/22 era cotado à R$ 100,00 com ganho de 0,50%, o maio/22 valia R$ 98,19 com elevação de 0,60%, o julho/22 era negociado por R$ 92,19 com valorização de 0,73% e o setembro/22 tinha valor de R$ 91,09 com alta de 0,59%.

Para o consultor de grãos e projetos da Agrifatto, Stefan Podsclan, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná são grandes consumidores de milho para suas cadeias de proteínas animais e terão que suprir parte do déficit gerado pelas perdas da primeira safra com grãos vindos de outros estados, que tiveram desempenho melhor na safra verão e de um restante de importações que ainda estão para chegar aos portos brasileiros.

O consultor destaca que os produtores de aves e suínos, por exemplo, já estão com as margens apertadas e essa busca por grãos deverá levar em conta a paridade de importação e os custos internos, podendo resultado em remanejamento de animais e uma possível redução de demanda.

Diante deste cenário, a Agrifatto projeta que os preços do milho fiquem em patamares entre R$ 90,00 e R$ 95,00, pelo menos, até meados de abril, quando nos aproximaremos da segunda safra do cereal.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu o penúltimo dia da semana praticamente estável para os preços internacionais do milho futuro, mas contabilizando  movimentações em campo misto por volta das 09h05 (horário de Brasília).

O vencimento março/22 era cotado à US$ 6,27 com alta de 0,25 pontos, o maio/22 valia US$ 6,25 com ganho de 0,25 pontos, o julho/22 era negociado por US$ 6,19 com queda de 0,25 pontos e o setembro/22 tinha valor de US$ 5,85 com elevação de 0,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Barchart, o mercado internacional aguarda a divulgação dos novos relatórios do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) com os reportes de vendas de exportação, esperando reservas de milho entre 600 mil toneladas 1,2 milhão de toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas

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