Milho: 5ªfeira inicia com futuros levemente recuados na B3

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Chicago começa em alta esperando número de estoques

A quinta-feira (30) se inicia com os preços futuros do milho recuando na Bolsa Brasileira (B3) pela primeira vez na semana, após atuar nos últimos três pregões consecutivos com altas.

Por volta das 09h17 (horário de Brasília), o vencimento novembro/21 era cotado à R$ 93,12 com queda de 0,30%, o janeiro/22 valia R$ 94,16 com perda de 0,21%, o março/22 era negociado por R$ 94,13 com desvalorização de 0,34% e o maio/22 tinha valor de R$ 89,40 com baixa de 0,07%.

Os contratos futuros do cereal brasileiro devolvem um pouco dos ganhos que foram conseguidos na esteira da alta do dólar ante ao real que esteve presente ao longo desta semana.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado parou de cair para o milho porque com o dólar acima de R$ 5,40, como está operando agora, já dá condições de exportação.

“Ainda não temos negócios novos de exportação, mas isso segura o tombo interno e a linha de queda, mostrando agora acomodação nos níveis entre R$ 90,00 e R$ 94,00 junto as indústrias de ração entre Sul e Sudeste”, pontua Brandalizze.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro começaram as movimentações desta quinta-feira apresentando leves ganhos na Bolsa de Chicago (CBOT).

Por volta das 09h05 (horário de Brasília), o vencimento dezembro/21 era cotado à US$ 5,40 com valorização de 1,25 pontos, o março/22 valia US$ 5,48 com alta de 1,25 pontos, o maio/22 era negociado por US$ 5,33 com elevação de 1,25 pontos e o julho/22 tinha valor de US$ 5,52 com ganho de 0,75 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os preços futuros do milho começam o dia em alta enquanto o mercado aguarda a divulgação do relatório trimestral dos estoques de grãos dos Estados Unidos, mostrando os estoques em 1º de setembro.

Analistas ouvidos pela Agência Reuters estão projetando estoques de milho de 1,16 bilhão de bushels, o que representaria uma queda diante dos 1,92 bilhão de bushels apontados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no ano passado.

Fonte: Noticias Agrícolas

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